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21/01/2010

Vamos pintar o Brasil de vermelho!


O Brasil cada vez mais veste o vermelho do Internacional. Agora a revista "Invicto 79" já estão nas mãos de leitores espalhados por oito estados do País em 29 diferentes municípios. Tudo via internet.

Quanto mais cidades, mais vermelhos ficam os estados. Quanto mais estados, mais vermelho fica o Brasil.

Saiba como tornar o Brasil RUBRO enviando um email para 79invicto@gmail.com ou clicando aqui.


11/01/2010

Vamos pintar o Brasil de vermelho!


O Brasil cada vez mais veste o vermelho do Internacional. O mapa acima mostra os 26 municípios em sete diferentes estados do País nos quais a revista "Invicto 79" já chegou para leitores via internet.

Quanto mais cidades, mais vermelhos ficam os estados. Quanto mais estados, mais vermelho fica o Brasil.

Saiba como tornar o Brasil RUBRO enviando um email para 79invicto@gmail.com, ou clicando aqui.

16/10/2009

Conversa com Mauro Galvão


Com o jeito tranquilão que lhe é peculiar, Mauro nos concedeu uma ótima entrevista na tarde de ontem, em um shopping de Porto Alegre. O defensor esclareceu principalmente como era para um guri de 17 anos vivenciar tudo aquilo. O primeiro jogo da final, por exemplo, foi sua estréia no Maracanã.

"Eu nunca tinha jogado em nenhum daqueles estádios", conta. Galvão também relata por que para ele a pressão das partidas decisivas não tinha algo tão especial. "Eu estava começando, precisava provar em todas as partidas".

Mauro também falou sobre o bom ambiente do Beira-Rio à época. "O Bira ia muito na minha casa, minha mãe gostava muito dele". Contou que também tinha bom entendimento com seu xará e parceiro de defesa, o Pastor. "O Mauro era de falar pouco, mas a gente conseguia um ajudar o outro. Nunca brigamos".

Neste vídeo, Galvão comenta a declaração de Roberto Dinamite, de que os clubes gaúchos teriam, à época, melhor preparação física que os demais grandes times do País.

15/10/2009

Mococa, um anti-herói palmeirense


Por Fábio Mendes *

À primeira vista, a missão era agradável: encontrar e entrevistar Mococa, ex-volante do Palmeiras entre 1978 e 1980. O jogador ficou famoso por conta da famosa manchete do Jornal da Tarde que o colocava, ao lado de Falcão, como protagonista do grande duelo nas semifinais do Brasileirão de 1979, entre o alviverde e o Internacional: “Falcão ou Mococa?”, estampou o periódico, no dia 13 de dezembro daquele ano.

No entanto, um obstáculo se colocou à frente. Para chegar a Mococa (sim!), pequeno e simpático município do estado de São Paulo, distante 275 quilômetros da capital, é preciso encarar uma praga terrível que assola o estado paulista, algo ainda mais voraz e perigoso que nuvens de gafanhotos. Os pedágios!

Para um percurso inferior a 300 quilômetros, o cidadão passa por nada menos que seis praças de cobrança, com preços que variam entre R$ 4 e R$ 7,90. Não tive coragem de pegar o carro e apelei para o ônibus, cuja passagem custaria poucos reais a mais que a somatória dos fatídicos pedágios, economizando assim com o combustível.

Mococa é um jogador boa-praça, muito simpático e receptivo. Lembrou de histórias interessantes sobre sua passagem pelo Verdão e também por Santos, Bangu e outros clubes. Falou de sua amizade com jogadores como Marinho e Jorge Mendonça e de suas relações, nem sempre tranquilas, com o técnico Telê Santana. “Ele sempre dizia para eu maneirar, ficar esperto. Porque o Telê sabia que eu aprontava”, diz o jogador, admitindo seu passado boêmio.

Do Campeonato Brasileiro de 1979, Mococa lembra com carinho da histórica goleada sobre o Flamengo de Zico - 4 a 1 em pleno Maracanã. “A imprensa falou que a gente ia tremer no Maraca, mas jogamos muito. Arrebentamos!”

Sobre a clássica manchete do JT, se disse envaidecido. “Não tem preço ser comparado com um jogador que depois seria conhecido como o ‘Rei de Roma'”. Ele também diz não se importar com os contornos folclóricos que o texto ganharia com o passar do tempo. “Sou lembrado até hoje por conta dessa matéria no jornal”.

Mococa lembra que, antes dos embates contra o Inter, seu time vinha embalado, e que estavam todos confiantes. “Vínhamos bem, a gente tinha boas chances, mas infelizmente não deu. O Falcão jogou muito”.


* Fábio Mendes (na foto com Mococa) é jornalista de Sampa e colheu este testemunho especialíssimo para a Invicto 79 que vai às bancas em dezembro. Agradecemos imensamente o Fábio e acreditamos que ouvir não só o lado colorado daquele campeonato vai dar um molho e tanto a este registro histórico que estamos realizando.

14/10/2009

Inter goleia de novo fora de casa


Após golear o Sport, em Recife, por 3 a 0, o Internacional ganhou do Coritiba pelo mesmo placar na capital paranaense, confirmando a boa fase. O jornal Zero Hora destacou “um dos melhores jogos do ano” para os colorados.

Falcão, Jair, Mauro Galvão e Mário “vida de treinador é para corno” Sérgio desequilibravam a partida e logo aos dez minutos, o príncipe Jajá abriu o placar. A partida ficou equilibrada lá pela metade da primeira etapa quando a chuva encharcou o gramado do Couto Pereira.

Mas no início do segundo tempo, Jair novamente, na sua especialidade, fez 2 a 0 cobrando falta. Depois, Falcão foi expulso por trocar empurrões com o zagueiro Duílio. Mesmo sem o craque, o Internacional passou a tocar a bola, dominando a equipe que se sagrara campeã paranaense sob o comando do próprio Ênio Andrade no primeiro semestre.

Adilson, que sofrera pênalti não marcado pelo árbitro, foi quem sacramentou a goleada, aos 47 minutos do segundo tempo. Para a tristeza do goleiro Mazarópi, do já não tão Garoto de Ouro, Bráulio, e do grande treinador Elba de Pádua Lima, o Tim.

Campeonato Brasileiro 1979 – 6ª rodada
14/outubro/1979
CORITIBA 0 x 3 INTERNACIONAL
Local: Estádio Couto Pereira, Curitiba (PR)
Público: 15.340
Árbitro: Maurílio José Santiago
CORITIBA: Mazarópi, Gilson Paulino (Dionísio), Duílio, Gardel e Serginho; Toninho Moura, Bráulio, De Rosis e Luis Freire; Valtinho e Santos. Técnico: Tim
INTERNACIONAL: Benitez, João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro; Toninho, Jair, Falcão e Mário Sérgio; Chico Espina (Mário) e Adilson. Técnico: Ênio Andrade
Foto: Mário Sérgio briga na água (fac símile de ZH do dia 15/10/1979)

01/10/2009

Fase Preliminar - Grupos

Conforme vimos, o regulamento previa que o grupo do Internacional nesta fase classificava sete clubes entre dez. Foi uma fase meramente protocolar, mas que serviu para a equipe tirar a inhaca do Gauchão e, claro, não perder para ninguém.

Confira os grupos:

GRUPO A

Anapolina-GO
Avaí-SC
Colorado-PR
Confiança-SE
Goiânia-GO
Joinville-SC
Juventude-RS
Londrina-PR
Novo Hamburgo-RS
Sergipe-SE

GRUPO B

Brasil-RS
Caldense-MG
Caxias-RS
Chapecoense-SC
Colatina-ES
Criciúma-SC
Desportiva-ES
Maringá-PR
Operário-PR
São Paulo-RS

GRUPO C

Atlético-GO
Brasília-DF
Comercial-MS
Fluminense-BA
Gama-DF
Guará-DF
Itabuna-BA
Itumbiara-GO
Mixto-MT
Operário-MT

GRUPO D

América-MG
Botafogo-PB
Campinense-PB
Campo Grande-RJ
Fast-AM
Paysandu-PA
Rio Negro-AM
Treze-PB
Tuna Luso-PA
Villa Nova-MG